Uma das coisas inesperadas que você pode encontrar pela cidade - só prestar atenção!
Dormi até quase a hora do almoço, me recompus e parti para o Master's comprar meu almoço. Assim que acabei parti para o apartamento da Ana onde esperamos por Sena, seu colega de trabalho que nos guiaria.
Mas ele estava preso em uma reunião de trabalho e, após esperar por duas horas, resolvemos pegar um táxi até o Art Centre (Centre for National Culture), local bastante conhecido por oferecer tecidos, acessórios e souvenirs africanos. Adivinha com o que eu saí de lá? Dois tipos de pulseiras e dois pares de brincos: tudo por ¢28. Ana também comprou dois braceletes e um par de brincos. Ainda bem que Sena chegou para parar nosso espírito consumidor.De lá, partimos para nosso tour. Conheci primeiro o Kwane Nkrumah Mausoleum & Memorial Park, onde havia um casal de noivos tirando fotos pelos jardins e onde eu tirei minha foto para a promoção da W100.
Passamos em frente ao Supreme Court e ao Usher Fort.
Depois fomos à Independence Square, onde há ainda The Independence Arch e um memorial para um soldado desconhecido (Unknown Soldier).
Em seguida, fomos ao Stadium, onde pisamos no gramado e assistimos um pouco de uma competição de karatê.
Logo depois, fomos ao The National Theatre, ao redor de onde havia um grupo de garotos treinando skate.
Por último tiramos uma foto em frente a uma igreja Mormon – detalhe: igualzinha à que há em Sousas – Campinas (foi quando deduzimos que seria uma construção universal).
Já a State House e uma igreja que a Ana adora ficaram para um próximo tour noturno, porque, segundo ela, essas construções são bem mais bonitas à noite – já que ela é a arquiteta, não discuti.
Sena deixou Ana em casa e, como mora perto da minha, também pôde me dar carona. Chegando perto de casa, descobri que um bar próximo ao Lara Mart (supermercado) é de um amigo seu e que a comida de lá é boa – mas só indo lá para dizer se é mesmo ou se é só porque é amigo dele (de qualquer forma é mais uma opção de lazer noturno por perto). Estava bastante cansada, mas como era sábado queria sair um bocado. Ana havia me convidado para ir ao Champs com ela, o Nick e o Mathew, mas depois da noite de ontem queria um programinha básico de maneira que eu voltasse para conversar com o Pedro. Assim, liguei para Lorena: ela estava jantando com Tânia e as duas pretendiam sair. Foram até a casa de Bob, onde pegaram carona com Petra e passaram em casa para irmos a um lugar por perto.
Na verdade, quando comecei a reparar para onde estavam indo, vi que nem era tão perto assim, mas de qualquer forma, o local estava fechado porque não havia eletricidade nessa região. Então partimos para o Bella Roma – particularmente adorei, porque é pertíssimo de casa. Hoje não queria beber cerveja, mas um drink diferente, até mesmo porque não ficaria muito tempo. Ao ler o menu de drinks quase morremos de rir e acabei pedindo um drink que não quero repetir o nome (sabe aqulas bebidas de Rodeio/Exposição com nomes do tipo “Suor de Virgem”? Exatamente esses tipos de nomes que eu encontrei, só que em inglês). Mais tarde, Cristian e mais dois conhecidos, cujos nomes não lembro para variar, se juntaram a nós. Acabado meu drink, parti – e nem estava muito empolgante: o pessoal estava meio mal humorado, sei lá.
O que eu não esperava é que, chegando em casa e conectando-me à internet, eu não encontraria Pedro online – na verdade, ele me enviou um e-mail avisando que entraria mais tarde, por conta de um aniversário de última hora que surgiu, mas eu não havia visto antes. Até aí tudo bem, porque aproveitei para conversar com meus amigos. O problema é que a hora marcada estava passando... e pela primeira vez fiquei chateada com ele. Chateada porque liguei uma vez e a ligação estava ruim, liguei uma segunda vez e ele não atendeu – sendo que na primeira ouvi que ela não estava se sentindo bem – e, por fim, liguei uma última vez e acertamos que não nos falaríamos hoje. Restou-me mandar um e-mail sobre e dormir – dormir e esquecer.








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