Acordei bem cedo para minha sessão “poder curtir a praia” - se é que vocês me entendem. O meu aparelho novo é bastante útil, mas me bateu uma saudade da Cleide, porque cera é tão mais prático e menos trabalhoso – até mesmo porque eu não preciso fazer nada! Enfim, ajeitei minha trouxa e eu e Aga partimos ao encontro dos aiesecers (pelo menos boa parte da Aiesec GUC).
Mas vamos ao que interessa no dia: Bojo Beach! Depois de alguns quilômetros de trotro até lá, alguns metros a pé e ₵5 para entrar, posso dizer que valeu a pena! Linda praia com poucas pessoas e, apesar de haver lixo na água, era tranquilo “nadar” - ainda mais com aquele calor. Juntando isso, ao tempo em que não vou à praia e ao fato de que estou do outro lado do Oceano Atlântico (cheguei até a pensar se poderia ver o Brasil dali – lógico que estou brincando!), tirei muitas fotos. Ache bem interessante lá. Primeiro, porque você não vai de biquini/sunga, porque tem trocador lá. Segundo, porque havia apenas um lugar para comprar comida e bebida. Terceiro, porque depois você ainda pode tomar banho por lá.
O sol estava se pondo e estávamos longe de casa: era hora de partir. Na volta, fomos de carro (lotadíssimo) até o Mercado Ganês, onde todos comeram umas frituras de uma espécie de banana, menos eu (além de não ser tão atraente para mim, eu corro o risco de virar uma bola) – claro que eu experimentei, mas preferi não abusar. De lá pegamos um ônibus (daqueles grandes mesmo, só que sem catraca e uma moça recolhendo os persuas – centavos de cedi). No caminho, mais uma amizade: uma norteamaericana que está cursando um semestre de Psicologia na Universidade daqui junto a um grupo de 17 pessoas: legal!
2 comentários:
vc tá mto linda nas fotos! q praia diferente, vc tem q pagar pra entrar, toma banho...
Jaque, to adorando ler... epode deixar que eu vou falar com a Cleide que vc sente falta dela! Saudades!
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